"Entre guerras, crenças e poder… ainda sabemos o que significa ser humano?" Gritos de socorro. Desespero no olhar das crianças. Pavor espalhado por todos os lados. Não. Não é cena de filme. Não é ficção. É o mundo — agora. Em pleno século XXI, ainda assistimos à repetição de uma história antiga, quase cansada, mas nunca superada: a guerra. Uma guerra que atravessa décadas… talvez séculos… talvez algo ainda mais profundo do que o próprio tempo consegue medir. De um lado, vozes dizem: “Estamos combatendo regimes autoritários.” Do outro, respondem: “Estamos sendo atacados pelo autoritarismo de um império.” E então, o silêncio nos encara com uma pergunta incômoda: em quem acreditar? De que lado estamos? E, mais importante… existe realmente um lado certo? Às vezes, ao observar essas disputas, sinto como se estivéssemos presos em uma nova idade média — onde invasões ainda acontecem sob justificativas nobres. Antes, em nome de Deus. Hoje, em nome da democracia. Mas...